A Oportunista Classe Artística:

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Não é de hoje que a chamada “classe artística”, ou seja, os fazedores de arte, geralmente popular, está ligada a valores distorcidos. Não que tenha sempre sido assim, já que a raiz da Arte está intrinsecamente ligada à religião e à filosofia, a valores morais e metafísicos. A própria Igreja tem em sua História, obras de inestimável valor humanístico, seja na Arquitetura, na Música, na Literatura, no Teatro ou nas Artes Plásticas.
Contudo, sempre existiu um germe de rebeldia no coração daqueles que se dedicam às chamadas Belas-Artes. É como se se cumprisse a sina de Lúcifer, o Serafim decaído, reconhecido poeticamente em Isaías 14 e Ezequiel 28 como uma espécie de “Pai da Música”. É como se o Mal trabalhasse através dos ícones da Indústria do Entretenimento, versão menos glamurosa e mais atrelada ao marketing, da Tradição Cultural que se iniciou na Idade Média e evoluiu desde o Barroco e o Classicista, desembocando no Romântico.
Com os últimos acontecimentos políticos de nossa pátria mãe gentil, ou seja, a chegada do pastor Marco Feliciano à presidência da pequena Comissão dos Direitos Humanos, ficou mais evidente do que nunca essa sanha de nossos “arteiros” de mostrar ao mundo uma posição liberal e progressista em relação a tudo o que nós conservadores consideramos impróprio. Caetano Veloso e Jorge Mautner se beijando em público, assim como a octogenária Fernanda Montenegro e outra atriz que me fugiu o nome agora (talvez nem importe), e com eles uma horda de militantes insandecidos pelo caráter superior de nossa plêiade. A gota d’água de tal situação ocorreu esta semana, com o dramaturgo Gerald Thomas, já um senhor adentrado em idade, colocando a mão debaixo da saia de uma tal “panicat” (talvez o cúmulo da imagética pós-moderna). A moça depois declarou seu evidente constrangimento. Mas não tem problema, não. Declarar apoio aos valores tradicionais, como a já minguada Família, DEUS, religião e suas sadias tradições, propriedade e tudo o mais, virou uma espécie de fascismo, enquanto fazer apologia ao desrespeito virou sinônimo de ser “cult”. É a inversão de valores grassando nossa sociedade. E os seus arautos são os da tal classe artística.

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