Coréia do Norte: destruição do homem e sua identidade

 

Há seis décadas o comunismo se instalou no coração da Ásia. A ditadura Norte Coreana encara um colapso iminente, como resultado inevitável daquilo que a humanidade testemunhou repetidas vezes ao longo do último século: de todos os cultos destrutivos, o mais perverso é o culto das seitas marxistas.
O socialismo extremo não é mais do que a outra face da atomização da sociedade – este processo conduziu à destruição do homem e sua identidade.
Esse fenômeno não é recente: é a partir de 1789 que o Mito da Revolução adquire um caráter pseudo-religioso: contrariando a idéia humanista da Iluminação que postulava o poder glorioso da Razão humana .O fenômeno revolucionário deu início a governos republicanos absolutos, ditaduras e regimes totalitários.

Quando lemos a respeito do Kali-Yuga, e por sua vez, as consequências da dualidade cósmica – se assim se pode dizer – Shiva, afirma desse modo o seu papel de devorador, ao mesmo tempo em que ele assegura o processo rítmico de criação e destruição. Como podemos observar, até o final do Kali -Yuga, a população da terra será reduzida a animalidade que não haverá mais poder para entender o que é Deus, isto é, a consciência de Deus e, contudo, nesta época, quando não há mais princípios religiosos, a tradição primordial, será restabelecida pelo Vindex, o Senhor da Vontade Absoluta – Kalki Avatar. O mundo em que vivemos esta sujeito à ação, tal como é representada pelas civilizações integralmente  tradicionais, em que o ponto de vista profano não existe de modo nenhum, e esta inversão só pode conduzir à negação do sagrado

Nesse sentido, a revolução igualitária consiste em concentração de poder nas mãos de uma elite revolucionária com vistas à instauração de um projeto de sociedade, o que rouba aos indivíduos autonomia, senão mesmo, em última instância – a própria existência da pessoa humana – como demonstram os regimes comunistas da Coréia do Norte, Cuba, Venezuela: merda da mesma privada marxista.

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Uma resposta para “Coréia do Norte: destruição do homem e sua identidade

  1. Háils!!!

    A Coreia do Norte, assim como Venezuela e Cuba, nos mostram um fenômeno muito antigo e muito conhecido da humanidade, o qual já foi denunciado inúmeras vezes por diversas pessoas, e ao longo da história provavelmente seus maiores denunciantes devem ter sido justamente os “…gnósticos…”, pois o chamado jardim das delícias e do aprisionamento da mente, e as professas vãs e pífias de todas as ditas “…filosofias…” de esquerda sintetizam justamente isso.

    Eles inclusive desejam o erradicar da metafísica como fonte essencial da filosofia, para colocar a “…estética…”, e desencadear a concepção fraudulenta da ausência de um “…eu…” central, e da existência somente de um “…eu…” social, formado da pressão de diversas pessoas, onde a individualidade se dissolve na massa distorcida do “…nós…”, sob o ponto de vista do “…materialismo histórico…”.

    O resultado disso é o aprisionamento da consciência em um mundo sem sentido, vazio de destinação final, prenhe do torpor decadente e da fome da depravação puramente material, pois os ditos “…pensadores…” de esquerda, em sua demência imbecil afirmam que hombridade, honra e moral, são valores pequeno burgueses, e portanto devem ser erradicados, pois são usados – pasmem – para controlar socialmente as pessoas, levando-as a uma vida de escravidão.

    E, por fim, não podemos deixar de notar que todos estes indivíduos, apoiam a marcha pela liberação das drogas, o fim da família tradicional, a excessiva valorização e empoderação dos LGBT, e são só os acéfalos cabeça de aríete dos mesmíssimos senhores que primam pela reengenharia social como é o caso de George Soros, e de seus compadres Arabes e islâmicos, pois em sua sanha por dinheiro, os sionistas tem agora se voltado aos islâmicos, contra os europeus, mesmo que vindo a expor os judeus ao estupro e ao embaraço, em meio aos países europeus.

    Dito tudo isso, chegamos a um ponto simples de observação:

    Ser conservador é ser livre!

    Um abraço a todos.

    Bolthorn leyndärmal er mit.

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